A saúde dos animais de estimação também é uma questão de saúde pública. Em Brasilândia, a Vigilância Sanitária informa que doses da vacina contra a raiva estão disponíveis para cães e gatos a partir de agora. A iniciativa visa facilitar o acesso da população à imunização, considerada a única forma eficaz de prevenção contra uma doença que é letal tanto para os animais quanto para os seres humanos.
ONDE VACINAR
Os interessados podem levar seus animais até a sede da Vigilância Sanitária, localizada na Sala 7, no horário de funcionamento: das 7h às 13h (horário de MS). É necessário comparecer com o animal e, se possível, levar a carteira de vacinação anterior para atualização.
Para quem tem dificuldade de deslocamento ou prefere um atendimento mais personalizado, a Vigilância também oferece a opção de agendar uma visita da equipe de vacinação. O agendamento pode ser feito pelo telefone: (067) 9200-6251, falar com Helen.
POR QUE VACINAR
A raiva é uma infecção viral aguda e letal, que ataca o sistema nervoso central de mamíferos, incluindo humanos. A transmissão ocorre por meio da saliva de animais infectados – como cães, gatos, morcegos e macacos – através de mordeduras, arranhaduras ou lambidas em mucosas ou feridas abertas.
Uma vez instalados os sintomas, a doença não tem cura e leva à morte em praticamente 100% dos casos. Por isso, a prevenção por meio da vacina é a única forma de proteger os animais e suas famílias.
SINTOMAS NOS ANIMAIS
Os tutores devem ficar atentos a sinais como:
Ao perceber qualquer um desses sintomas, o animal deve ser isolado e a Vigilância Sanitária deve ser comunicada imediatamente.
O QUE FAZER EM CASO DE ACIDENTE
Se uma pessoa for mordida, arranhada ou lambida por um animal desconhecido ou suspeito, as orientações são:
ALERTA E CONSCIENTIZAÇÃO
A Vigilância Sanitária reforça que a raiva não tem cura, mas tem prevenção. A vacinação anual de cães e gatos é a medida mais simples e eficaz para manter a doença longe das famílias e da comunidade.
“Vacine seu pet. Proteja sua família. A raiva é uma doença letal, mas pode ser evitada com um ato simples: a vacina”, destaca a equipe responsável.









