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MAR
25
25 MAR 2026
SAÚDE
Relatório de Monitoramento de Ovitrampas revela áreas de risco em Brasilândia
Foto Noticia Principal Grande
Ovitrampas instaladas em Brasilândia, assentamentos e aldeias sinalizam necessidade de combate ao Aedes aegypti
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Semana 9 de março aponta predominância de armadilhas com alta infestação; Coordenador de Endemias recomenda ações intensificadas

A Secretaria Municipal de Saúde, através da Coordenadoria de Endemias, apresentou o Relatório de Monitoramento de Ovitrampas referente à Semana 9 de março. O documento aponta áreas com maior densidade de ovos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika, orientando ações de controle vetorial no município.

 

De acordo com o coordenador Carlos Rodrigues, as ovitrampas foram instaladas em pontos estratégicos: Assentamento Almanara (01), Reassentamento Novo Porto João André (05), Aldeia Ofaié (01), Distrito Debrasa (03), Condomínio Beleza do Rio Verde (02) e Brasilândia (cerca de 40 armadilhas). "As armadilhas permitem nortear as ações das equipes de endemias. Identificamos os locais com infestação e realizamos intervenções concretas para reduzir os índices", explica Rodrigues.
 

O mapa utiliza cinco cores para classificação: azul (0 ovos), verde (1-20 ovos), amarela (21-50 ovos), laranja (51-100 ovos) e vermelha (101 ovos ou mais). A predominância das cores vermelha e laranja reforça a necessidade de intensificar a vigilância e controle do vetor nas áreas críticas.

Ovitrampas: tecnologia simples contra o Aedes

Composto por pote escuro com água e paleta de madeira, o dispositivo simula criadouros ideais para atrair fêmeas do mosquito. Os ovos depositados na paleta são coletados semanalmente, analisados em laboratório e descartados, interrompendo o ciclo reprodutivo. A técnica funciona como sistema de alarme, permitindo mutirões preventivos em bairros de maior risco.
 

O coordenador recomenda eliminação de criadouros, visitas domiciliares intensificadas, atividades educativas e monitoramento contínuo. "A ovitrampa não substitui a eliminação de água parada nas residências, mas é aliada fundamental na vigilância entomológica", enfatiza Rodrigues.
 

A Prefeitura de Brasilândia mantém agentes em campo para combater a proliferação do mosquito e conta com a colaboração da população na eliminação de recipientes que acumulem água.

Fonte: Assessoria de Imprensa
Autor: Assessoria de Imprensa
Local: Brasilândia
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