De acordo com o coordenador Carlos Rodrigues, as ovitrampas foram instaladas em pontos estratégicos: Assentamento Almanara (01), Reassentamento Novo Porto João André (05), Aldeia Ofaié (01), Distrito Debrasa (03), Condomínio Beleza do Rio Verde (02) e Brasilândia (cerca de 40 armadilhas). "As armadilhas permitem nortear as ações das equipes de endemias. Identificamos os locais com infestação e realizamos intervenções concretas para reduzir os índices", explica Rodrigues.
O mapa utiliza cinco cores para classificação: azul (0 ovos), verde (1-20 ovos), amarela (21-50 ovos), laranja (51-100 ovos) e vermelha (101 ovos ou mais). A predominância das cores vermelha e laranja reforça a necessidade de intensificar a vigilância e controle do vetor nas áreas críticas.
Ovitrampas: tecnologia simples contra o Aedes
Composto por pote escuro com água e paleta de madeira, o dispositivo simula criadouros ideais para atrair fêmeas do mosquito. Os ovos depositados na paleta são coletados semanalmente, analisados em laboratório e descartados, interrompendo o ciclo reprodutivo. A técnica funciona como sistema de alarme, permitindo mutirões preventivos em bairros de maior risco.
O coordenador recomenda eliminação de criadouros, visitas domiciliares intensificadas, atividades educativas e monitoramento contínuo. "A ovitrampa não substitui a eliminação de água parada nas residências, mas é aliada fundamental na vigilância entomológica", enfatiza Rodrigues.
A Prefeitura de Brasilândia mantém agentes em campo para combater a proliferação do mosquito e conta com a colaboração da população na eliminação de recipientes que acumulem água.









