Institucional

Informações Gerais

Aniversário 25 de abril
Emancipação 25 de abril de 1965 (55 anos)
Gentílico brasilandense
Padroeiro(a) Cristo Bom Pastor
Prefeito(a) Antônio de Pádua Thiago (PMDB) (2021-2024)

Localização
O município de Brasilândia está situado no sul da região Centro-Oeste do Brasil, no leste de Mato Grosso do Sul (Microrregião de Três Lagoas). Localiza-se na latitude de 21º15’21” Sul e longitude de 52°02’13” Oeste. Distâncias: 352 km da capital estadual (Campo Grande)
958 km da capital federal (Brasília).
Geografia física
Solo
Latossolo roxo.

Relevo e altitude
Está a uma altitude de 343 m.

Clima, temperatura e pluviosidade
Está sob influência do clima tropical (AW).
Hidrografia
Está sob influência da Bacia do Rio da Prata.

Vegetação
Se localiza na região de influência do Cerrado.

Geografia política
Fuso horário
Está a -1 hora com relação a Papua-Nova Guiné e -4 com relação ao Meridiano de Greenwich.

Área
Ocupa uma superfície de de 5.806,91 km²

Subdivisões
Brasilândia (sede) e Debrasa

Arredores
Três Lagoas, Água Clara, Ribas do Rio Pardo e Santa Rita do Pardo

Brasilândia, Mato Grosso do Sul
Gentílico: Brasilandense
Prefeito: Antonio de Pádua Thiago
População estimada [2016] 11.884 pessoas
População no último censo [2010] 11.826 pessoas
Densidade demográfica [2010] 2,04 hab/km²

População
O município tinha 11826 habitantes no último Censo. Isso coloca o município na posição 46 dentre 79 do mesmo estado. Em comparação com outros municípios do Brasil, fica na posição 2624 dentre 5570. Sua densidade demográfica é de 2.04 habitantes por kilometro quadrado, colocando-o na posição 67 de 79 do mesmo estado. Quando comparado com outros municípios no Brasil, fica na posição 5320 de 5570.

Religião:
Católicos:7.999 (2010)
Evangélicos:2.537 (2010)
Espírita:

Trabalho e Rendimento
Em 2014, o salário médio mensal era de 2.0 salários mínimos. A proporção de pessoas ocupadas em relação à população total era de 16.8%. Na comparação com os outros municípios do estado, ocupava as posições 41 de 79 e 31 de 79, respectivamente. Já na comparação com municípios do Brasil todo, ficava na posição 1957 de 5570 e 1887 de 5570, respectivamente. Considerando domicílios com rendimentos mensais de até meio salário mínimo por pessoa, tinha 32.8% da população nessas condições, o que o colocava na posição 59 de 79 dentre os municípios do estado e na posição 4083 de 5570 dentre os municípios do Brasil.

Salário Médio Mensa dos Trabalhadores formais (2014): 2 salários mínimos

Pessoal Ocupado (2014): 2.001 pessoas

População Ocupada (2014) 16,8%

Percentual de População com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo (2010) 32.8%

Taxa de Escolarização de 6 a 14 anos de idade (2010): 98,7%
IDEB - Anos iniciais do Ensino Fundamental (2015):
IDEB - Anos finais do Ensino Fundamental (2015) 4,2
Matrículas no ensino fundamental (2015): 1.813 matrículas

Economia:
PIB per capita (2014) R$ 63.663,62
Percentua das receitas oriundas de fontes externas (2015) 81,8%
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (2010) 0.701

Saúde:
Saúde
A taxa de mortalidade infantil média no município é de - para 1.000 nascidos vivos. As internações devido a diarreias são de 2.9 para cada 1.000 habitantes. Comparado com todos os municípios do estado, fica nas posições 1 de 79 e 21 de 79, respectivamente. Quando comparado a municípios do Brasil todo, essas posições são de 1 de 5570 e 1182 de 5570, respectivamente.
Mortalidade Infantil (2014) - óbitos por mil nascidos vivos
Internações por diarreia (2016) - 2,9 internações por habitantes
Estabeleimentos de Saúde (2009)- 8 estabelecimentos

Território e Ambiente

Área da unidade territorial [2015] 5.807,224 km²
Esgotamento sanitário adequado [2010] 53,6 %
Arborização de vias públicas [2010] 98,9 %
Urbanização de vias públicas [2010] 15,3 %

Apresenta 53.6% de domicílios com esgotamento sanitário adequado, 98.9% de domicílios urbanos em vias públicas com arborização e 15.3% de domicílios urbanos em vias públicas com urbanização adequada (presença de bueiro, calçada, pavimentação e meio-fio). Quando comparado com os outros municípios do estado, fica na posição 6 de 79, 9 de 79 e 21 de 79, respectivamente. Já quando comparado a outros municípios do Brasil, sua posição é 2087 de 5570, 231 de 5570 e 2256 de 5570, respectivamente.

Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Brasilândia, pela Lei Estadual nº 1510, de 12-07-1961, subordinado ao município de Três Lagoas.
Elevado à categoria de município com a denominação de Brasilândia, pela Lei Estadual nº 1970, de 14-11-1963, desmembrado do município de Três Lagoas.
Sede no atual distrito de Brasilândia.
Constituído de 2 distritos: Brasilândia e Xavantina, ambos desmembrados do município de Três Lagoas. Instalado em 25-04-1965.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 2 distritos: Brasilândia e Xavantina.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-I-1979.
Pela Lei Estadual nº 808, de 18-12-1987, desmembra do município de Brasilândia o distrito de Xavantina.
Elevado à categoria de município com a denominação de Santa Rita do Pardo.
Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído do distrito sede.
Até a presente datada não consta legislação para o distrito de Debrasa.
Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído de 2 distritos: Brasilândia e Debrasa.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Fonte: IBGE (Acesso em 25 de junho de 2017)

História:

A história de Brasilândia começa com a construção da Estrada de Ferro Noroeste Brasil – NOB, quando ela adentrou o solo sul-mato-grossense no ano de 1914. Naquela época, Brasilândia não tinham nenhum traço urbanístico. O local era coberto por matas e cerrados e era habitada pelos indígenas Ofaié, que foram chamados pelos colonizadores inadequadamente de Xavante. A região toda pertencia a Santana de Paranaíba, e Três Lagoas ainda era apenas Distrito. De acordo com o artigo publicado no ano de 1998 pelo historiador Carlos Alberto dos Santos Dutra, os estudos até então realizados sobre a história do município, diziam que a empresa instalada na região pertenciam aos ingleses. Mas após anos de estudo, chegou –se a conclusão de que, na verdade, os donos das terras naquela época eram os americanos.

“Em 1919, a empresa norte-americana, conhecida na região como firma inglesa da marca Argola, The Brazil Land Cattle and Packing Company, adquiriu cerca de 800 mil hectares de terras na margem direita do rio Paraná. Dedicou-se inicialmente a criação de cavalos --que as onças se encarregaram de devorar a todos, atraídas pelo sabor adocicado da espécie exótica.” (DUTRA, C.A.S. O mendigo das estrelas, crônicas brasilandenses, São Paulo: Scortecci, 2005).

Anos depois, os americanos seguiram o exemplo dos campos da Vacaria do Sul, em que a empresa começou a importar gado bovino do tipo hereford e shourton européia. Depois houve a substituição dessas raças por gado da raça zebu, importado da região sudeste da Índia (Nelore), que tinha porte maior e mais resistente ao tempo e às doenças, e que depois, firmou-se na região como o produto de maior importância.

Enquanto a Segunda Guerra Mundial explodia, o então Presidente Eurico Gaspar Dutra, em meados de 1947 e 1948, tomou posse das terras de muitos estrangeiros entre eles foram os americanos da empresa Brasil Land. A desapropriação foi feita pela Superintendência das Empresas Incorporadas ao Patrimônio Nacional-SEIPAN, que se encarregou de promover, a partir de 1949, a distribuição de terras não exploradas economicamente, através de programa de colonização.

Quando ocorreu a incorporação, o Governador de Mato Grosso Dr. Arnaldo Estevão de Figueiredo, solicitou para que se procedesse à doação dessas áreas para promover colonização. Os pedidos foram veementemente negados pelo presidente Dutra.

Considerando ser uma área extensa, de terras, manifesta interesse para a aquisição destas terras os Senhores Arthur Hoffig e Alberto Amin Madi, como sócios, proponentes compradores. O Governo, interessado na venda, realizou então a procedência. Os sócios adquiriram milhares de hectares destas terras, mas Alberto Madi, não acreditando muito na produtividade dessas áreas e de seus valores férteis, resolveu negociar sua parte ao outro comprador, e assim o fez, vendeu – a, e daquela data em diante o Sr. Arthur Hoffig se tornou o único proprietário de toda essa área de terras. Várias firmas particulares foram criadas durante as vendas imobiliárias, uma delas foi Companhia Boa Esperança Comércio de Terras e Pecuária S/A (COTERP) inaugurada pelo Sr. Arthur Hoffig que com escritório em Panorama – SP, foi responsável pela documentação e divisão das terras para a construção da cidade.

O rio Paraná sempre foi a via de navegação mais utilizada pelas monções, em que nas antigas expedições, descendo e subindo os rios, trazia melhorias e progressos as margens de Mato Grosso. A partir de 1905 o rio já era utilizado constantemente pela Companhia de Viação São Paulo-Mato Grosso, que dava suporte comercial às principais cidades ribeirinhas do lado paulista e do lado mato-grossense. O povoado de Porto João André surgiu nessa época, na qual se tornou uma importante via de acesso à futura cidade de Brasilândia. De acordo com os estudos realizados pelo historiador Carlito Dutra, o Censo de 1940 registrava neste porto, um pequeno povoado de Brasilândia, uma população de 147 pessoas na zona urbana. Através de uma atitude ousada do Sr. Arthur Hoffig, o seu sonho começou a se tornar real em meados de 1957, quando doou parte de seu patrimônio para a composição de algumas ruas e uma praça central. Fincou –se no local mais alto da cidade uma cruz que passou ser conhecida como Cruzeiro, que marcou a fundação da religiosidade através de uma missa (campal) realizada pelo Padre João Thomes, do município de Três Lagoas.

Considerando que a área originou-se de uma Companhia Americana Brazil Land Catle Co., o Sr. Arthur Hoffig determinou para que se fizesse um estudo, e que fosse dado a essa área de terras férteis um nome que lembrasse a sua origem, e assim procederam com a palavra Brasil, com a palavra Land, acrescentaram um sufixo ia, ficando Landia, e concluíram finalmente pela junção das duas palavras modificadas, mas com omissão de um L, ficando então Brasilândia, que foi elevada a distrito no dia 12 de julho de 1961, através da Lei 1.501/1961.

E quanto a palavra Cattle, significando Gado, pecuária, destaca-se pela predominância e riquezas do rebanho existente no município. O pequeno distrito começa tomar forma de cidade. O lugar aos poucos, passa a receber migrantes de várias partes do país, em função de sua atividade econômica predominante, ou seja, as fazendas de gado. Iniciando um período de melhor divulgação, foram surgindo maior número de pessoas interessadas a morarem na região, e logo tornou-se um lugarejo com boa população, surgindo homens com interesses voltados à política. Nessa época, os habitantes de Brasilândia votavam em Três Lagoas.

O local se destaca e chama a atenção da matriz Três Lagoas. Em dois anos, é apresentado um Projeto de Lei na Assembléia Legislativa do Estado visando a criação do município de Brasilândia. Em 14 de novembro de 1963, através da Lei nº 1.790/1963, é criado oficialmente o município de Brasilândia, sendo logo batizada de Cidade Esperança.

Mas a instalação definitiva do município se deu oficialmente no dia 25 de abril de 1965. Às 10:00 horas da manhã, onde foi inaugurada a primeira Câmara de Vereadores que teve sua posse os primeiros parlamentares Luiz Eugênio Primo, Manoel Ciriaco Neto, Paulo Simões Braga, Wilson de Arruda e João Carlos da Silva e o primeiro Prefeito, José Francisco Marques Neto. De acordo com os registros da Prefeitura de Brasilândia, foram desmembrados 11.082 Km2 do município de Três Lagoas, sendo que esta perdeu a melhor parte das terras, já que a região faz exatamente a divisa com estado de São Paulo no rio Paraná.

Já na década de 1970, Brasilândia dá um salto no desenvolvimento com a instalação de uma indústria canavieira dando, impulso ao setor primário e secundário na região. A usina de Brasilândia Açúcar e Alcool Ltda (logo após, Energética Brasilândia, do Grupo José Pessoa e hoje chamada de Agrisul), deu início às suas atividades plantando 16 mil hectares de cana de açúcar e produzindo dois mil empregos, e com uma expectativa de produção de 74 mil litros de álcool.

Após a vinda desta empresa que deu uma alavanque na economia da cidade, além de outras atividades como a agropecuária, as olarias e o turismo do Porto João André. Outra conquista importante foi à chegada do Laticínio Brasilândia e de outras empresas agropecuárias de pequeno e médio porte que, consolidam o progresso inaugurado pelo pioneirismo de Arthur Hoffig, trilhado depois, pelo grupo Grupo Hofig Júnior (HJ) e diversos empresários.

Em 1978 Brasilândia já possuía um banco, o Banco Financial, um Cartório de Paz; tinha 46 casas comerciais, 30 escolas, sendo 26 na zona rural e dispunha até de cinema. A vila Debrasa, na qual se instalou a usina de cana –de – açúcar, tornou-se Distrito e hoje é um grande centro produtor a gerar divisas e empregos para o município. A criação da Comarca de Brasilândia deu-se em 18 de setembro de 1986, pela Lei nº 664/1986, e sua instalação em 11 de março de 1987.

O distrito de Xavantina emancipou-se e foi desmembrado de Brasilândia em 1987, reduzindo a área do município para 5.806,6 km2 (1,63% do Estado). Hoje o município leva o nome de sua padroeira, Santa Rita do Pardo. Os sonhos dos pioneiros, onde se incluem antigos moradores como Alfredo Coimbra, Antenor Fonseca, entre outros saudosos, até chegar a mega-empreendedores ilustres desses tempos se realizaram. Hoje, Brasilândia está com 55 anos. E a cada aniversário festejado em desfiles em que várias gerações participaram, as pessoas aprendem que quando se acredita verdadeiramente em um sonho que são acompanhados de geração em geração, as pessoas aprendem que através da esperança podem transformar o sonho, e o sonho em realidade.

Fonte:
https://www.institutocisalpina.org/index-B.html - Conheça Brasilândia-MS
DUTRA, Carlos Alberto dos Santos. O mendigo das estrelas.São Paulo: Scortessi, 2005.
ACUNHA, Patricia Luciana Paulino. Conhecendo a minha rua. Três Lagoas: Criativa Print, 2009

Sobre a Bandeira do município
1 – Escudo – O Escudo clássico do Flamengo – Ibérico ou Português era usado em Portugal, na época do descobrimento do Brasil, herdada pela heráldica brasileira pelos primeiros colonizadores e desbravadores de nossa Pátria.
1.2. – Escudo – Parte Superior – O escudo em campo argente (prata), que simboliza heraldicamente a paz, o trabalho, a franqueza, a integridade e a nobreza, trás na parte superior um escudete em cujo chefe, em goles (vermelho) que coragem e valentia, está inserido uma estrela de cinco pontas que é o símbolo de ascendência. À destra do escudete em campo blau (azul) encontra –se um braço de armadura empunhado uma tocha, simbolizando heraldicamente: também em campo blau (azul) encontra –se uma cruz simbolizando a primeira missa (campal) lá foi colocado um cruzeiro que até hoje os fiéis religiosos visitam e oram.
Como suportes do escudete encontramos à destra, uma haste de cana - de – açúcar e a sinistra um ramo de arroz, simbolizando assim os principais produtos agrícolas da região.
Abaixo do escudete encontramos uma buzina de caça, estilo boiadeiro (berrante), representando a pecuária, uma das expressões econômicas do município.
1.b. Escudo – Parte Inferior – A parte inferior do escudo é interceptada por quatro rios que são as principais da região: Paraná, Verde, Taquarussú e Rio Pardo.
Ornamentos Externos do Escudo -Coroa Mural em argente (prata), de oito torres, das quais apenas cinco são visíveis e suas portas abertas indiciando o caráter hospitaleiro do povo do município.
Suportes: Sustentam o escudo, a destra uma bandeira nacional e a sinistra a bandeira do estado do Mato Grosso do Sul, simbolizando o amor pátrio do povo Brasilandense.
Listel: Listel em goles (vermelho), tendo na parte central o topônimo da cidade. A destra a data em que Brasilândia foi elevada a categoria de Distrito e a sinistra a data em que Brasilândia foi elevada a categoria de Município.
Fonte: Prefeitura Municipal de Brasilândia
Fonte: Livro Oficial da Prefeitura Municipal de Brasilândia

Prefeitos de Brasilândia
PERÍODO PREFEITO VICE-PREFITO 1965 (25/04) a 1967 (30/01) José Francisco Marques Neto Gentil Ferreira de Souza (*)
1967 (31/01) a 1969 (29/01) Patrocínio de Souza Marinho João Ferreira da Silva
1969 (30/01) a 1973 (30/01) Julião de Lima Maia Joaquim Cândido da Silva
1973 (30/01) a 1977 (31/01) Paulo Simões Braga Gentil Ferreira de Souza (*)
1977 (01/02) a 1983 (31/01) Adilson Alves da Silva Fernando Martins Mendes (1)
1983 (01/02) a 1988 (31/12) Neuza Paulino Maia Alfredo Goulart
1989 (01/01) a 1992 (31/12) José Cândido da Silva Marilza Maria Rodrigues do Amaral
1993 (01/01) a 1996 (31/12) Neuza Paulino Maia Marcos Roberto Lopes
1997 (01/01) a 2000 (31/12) Marilza Maria Rodrigues do Amaral Moysés Aristeu Thomé
2001 (01/01) a 2004 (31/12) Marilza Maria Rodrigues do Amaral Moysés Aristeu Thomé
2005 (01/01) a 2008 (31/12) Antonio de Pádua Thiago Eraldo Azevedo Coelho
2009 (01/01) a 2012 (31/12) Antonio de Pádua Thiago Jorge Justino Diogo
2013 (01/01) a 2016 (31/12) Jorge Justino Diogo Marcia Regina do Amaral Schio
(*) Vice-Prefeitos que assumiram mandatos de Prefeitos
(1) Ualdo Barbosa (Interventor Estadual que assumiu o mandato de Prefeito)

Fonte:
DUTRA, Carlito – WWW.dutracarlito@vilabol.com.br , a história de Brasilândia
DUTRA, Carlos Alberto dos Santos. O mendigo das estrelas.São Paulo: Scortessi, 2005.
ACUNHA, Patricia Luciana Paulino. Conhecendo a minha rua. Três Lagoas: Criativa Print, 2009
Datas cívicas de Brasilândia
1957 Inauguração do Cruzeiro (Marco da Fundação)
12 de Julho de 1961 Instalação do Distrito Lei Estadual 1501/61
14 de Novembro de 1963 Criação do Município Lei Estadual 1970/63
25 de Abril de 1965 Instalação do Município (*) Abertura da 1ª Câmara de Vereadores
18 de Setembro de 1986 Criação da Comarca Lei Estadual 664/86
11 de Março de 1987 Instalação da Comarca
(*) Festividades de Emancipação Político-Administrativa de Brasilândia-M
Neste ano (2017) Brasilândia-MS comemora 52 Anos

Fonte:
DUTRA, Carlito – WWW.dutracarlito@vilabol.com.br , a história de Brasilândia
DUTRA, Carlos Alberto dos Santos. O mendigo das estrelas.São Paulo: Scortessi, 2005.
ACUNHA, Patricia Luciana Paulino. Conhecendo a minha rua. Três Lagoas: Criativa Print, 2009

Hino oficial de Brasilândia
Lei Municipal nº 2.114/06, de 17 de Abril de 2006
Letra: Carlos Alberto dos Santos Dutra *; Arranjos: Jehú Vieira Serrado
Nas margens do rio Paraná / Eis que uma vila nasceu,
desafiando o cerrado, / a cidade floresceu.
Índios Xavante, os primeiros / a viverem na região,
demarcaram nossas fronteiras, / hoje são nossos irmãos.

Brasilândia, cidade esperança, / ainda criança, cultivando a flor.
Brasilândia, cidade esperança, / tens a nossa confiança, fé e amor.

Da velha firma "inglesa", / ao sonho do professor.
Brazil Land, Arthur Hoffig, / brava gente de valor.
Marques Neto e Patrocínio, / Paulo Simões e Julião,
os primeiros dirigentes, / fortaleceram este chão.

Brasilândia, cidade esperança, / ainda criança, cultivando a flor.
Brasilândia, cidade esperança, / tens a nossa confiança, fé e amor.

Os mineiros e paulistas / Gaúchos e do nordeste
Terra que acolheu a todos / Gratidão que só nos deste.
A agropecuária e a cana / Nossa pesca e olarias
As fazendas e o comércio / tudo nos traz alegria.

Brasilândia, cidade esperança, / ainda criança, cultivando a flor.
Brasilândia, cidade esperança, / tens a nossa confiança, fé e amor.

A Xavantina antiga, / Debrasa e João André,
rio Verde, Taquaruçu, / nosso torrão, nossa fé.
Marco na história do povo. / Junto ao cruzeiro e a praça.
O trabalho e o futuro, / orgulho de nossa raça.

Brasilândia, cidade esperança, / ainda criança, cultivando a flor.
Brasilândia, cidade esperança, / tens a nossa confiança, fé e amor.

(*) Certificado de Registro no Escritório de Direitos Autorais, da Fundação Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro, sob o nº 141.130, Livro 227, Folha 168, em 18 de novembro de 1997.

Fonte:
DUTRA, Carlito – WWW.dutracarlito@vilabol.com.br , a história de Brasilândia
DUTRA, Carlos Alberto dos Santos. O mendigo das estrelas.São Paulo: Scortessi, 2005.
ACUNHA, Patricia Luciana Paulino. Conhecendo a minha rua. Três Lagoas: Criativa Print, 2009

Dados Gerais do Município
Principais produtos do município:Pecuária de corte, Suínos, Tijolos, Arroz, Feijão, Cana de Açúcar, Café, Algodão, Soja e Milho e Turismo.
Agência bancária: Banco do Brasil; Bradesco, Sicredi e CAIXA ECONÔMICA FEDERAL ( Lotérica).
Atrações principais:Reserva Ecológica - Fazenda Cisalpina; Tribo Indígena ( Reserva Ofaye); Cruzeiro:Marco Histórico da Cidade, Praça Santa Maria e Ponte Estaiada.

Fonte:
DUTRA, Carlito – WWW.dutracarlito@vilabol.com.br , a história de Brasilândia
DUTRA, Carlos Alberto dos Santos. O mendigo das estrelas.São Paulo: Scortessi, 2005. ACUNHA, Patricia Luciana Paulino. Conhecendo a minha rua. Três Lagoas: Criativa Print, 2009